Uma determinada ciência surge quando também surge a necessidade de se focar em determinado campo de estudos para depois reunir as conclusões para obtenção de deduções que levem a hipóteses e posteriormente a comprovações. Nesse caso a ciência geográfica foca campos de pesquisas, em que não podemos afirmar que dão suporte as outras ciências, mas sim complementam , assim como a ciência geográfica é complementada por estudos de outras áreas.
sábado, 18 de abril de 2009
Humor
E-mail errado
Um casal decide passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel há 20 anos atrás.
Por problemas de trabalho, a mulher não pode viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois.
Quando o homem chegou e foi para seu quarto do hotel, viu que havia um computador com acesso a internet. Então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço...
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente.
O filho, ao entrar na casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, onde na tela poderia se ler:
— Querida esposa: Cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber noticias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que já está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade de te ver e espero que sua viagem seja tão tranquila como a minha.
Obs: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal!
Por problemas de trabalho, a mulher não pode viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois.
Quando o homem chegou e foi para seu quarto do hotel, viu que havia um computador com acesso a internet. Então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço...
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente.
O filho, ao entrar na casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, onde na tela poderia se ler:
— Querida esposa: Cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber noticias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que já está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade de te ver e espero que sua viagem seja tão tranquila como a minha.
Obs: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal!
sábado, 11 de abril de 2009
CULTURA E IDENTIDADE
Na percepção individual ou coletiva da identidade, a cultura exerce um papel principal para delinear as diversas personalidades, os padrões de conduta e ainda características próprias de cada grupo humano.
Para o teórico Milton Santos, o conhecimento e o saber se renovam do choque de culturas, sendo a produção de novos conhecimentos e técnicas, produto direto da interposição de culturas diferenciadas - com o somatório daquilo que anteriormente existia. Para ele, a globalização que se verificava já em fins do século XX tenderia a uniformizar os grupos culturais, e logicamente uma das consequências seria o fim da produção cultural, enquanto gerador de novas técnicas e sua geração original. Isto refletiria, ainda, na perda de identidade, primeiro das coletividades, podendo ir ao plano individual.
No primeiro sentido, a cultura é o aprimoramento da natureza humana pela educação em sentido amplo, isto é, como formação das crianças não só pela alfabetização mas também pela iniciação à vida da coletividade por meio do aprendizado da música, dança, ginástica, gramática, poesia, retórica, história, filosofia, etc.
Na nossa realidade a cultura é identificada com a posse de certos conhecimentos (línguas, arte, literatura, ser alfabetizado). Nelas, fala-se em ter e não ter cultua, ser ou não ser culto.
No segunda sentido, ''ter cultura'' habilita alguém a ocupar algum posto ou cargo, pois ''não ter cultura'' significa não estar preparado para uma certa posição ou função.
Para o teórico Milton Santos, o conhecimento e o saber se renovam do choque de culturas, sendo a produção de novos conhecimentos e técnicas, produto direto da interposição de culturas diferenciadas - com o somatório daquilo que anteriormente existia. Para ele, a globalização que se verificava já em fins do século XX tenderia a uniformizar os grupos culturais, e logicamente uma das consequências seria o fim da produção cultural, enquanto gerador de novas técnicas e sua geração original. Isto refletiria, ainda, na perda de identidade, primeiro das coletividades, podendo ir ao plano individual.
No primeiro sentido, a cultura é o aprimoramento da natureza humana pela educação em sentido amplo, isto é, como formação das crianças não só pela alfabetização mas também pela iniciação à vida da coletividade por meio do aprendizado da música, dança, ginástica, gramática, poesia, retórica, história, filosofia, etc.
Na nossa realidade a cultura é identificada com a posse de certos conhecimentos (línguas, arte, literatura, ser alfabetizado). Nelas, fala-se em ter e não ter cultua, ser ou não ser culto.
No segunda sentido, ''ter cultura'' habilita alguém a ocupar algum posto ou cargo, pois ''não ter cultura'' significa não estar preparado para uma certa posição ou função.
Saíba mais sobre o Velho Chico

Rio São Francisco
Bacia do rio São Francisco
Comprimento 2.830 km Nascente: Serra da Canastra
Altitude da nascente 1200 m. Débito médio 2 943 m3/s Foz
Comprimento 2.830 km Nascente: Serra da Canastra
Altitude da nascente 1200 m. Débito médio 2 943 m3/s Foz
Oceano AtlânticoÁrea da bacia 641 000 km2País(es)Brasil
O rio São Francisco, também chamado de Opará, como era conhecido pelos indígenas antes da colonização, ou popularmente de Velho Chico, é um rio brasileiro que nasce na Serra da Canastra no estado de Minas Gerais, a aproximadamente 1200 metros de altitude, atravessa o estado da Bahia, fazendo a divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas. Por fim, desagua no Oceano Atlântico, na região nordeste do Brasil.
Com 2.830 km de extensão, e drenando uma área de aproximadamente 641.000 km², o rio São Francisco nasce no estado de Minas Gerais, na Serra da Canastra, desemboca no Oceano Atlântico, entre Sergipe e Alagoas. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas. As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e sub-médio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total.
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.
À medida em que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca.
O rio São Francisco, também chamado de Opará, como era conhecido pelos indígenas antes da colonização, ou popularmente de Velho Chico, é um rio brasileiro que nasce na Serra da Canastra no estado de Minas Gerais, a aproximadamente 1200 metros de altitude, atravessa o estado da Bahia, fazendo a divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas. Por fim, desagua no Oceano Atlântico, na região nordeste do Brasil.
Com 2.830 km de extensão, e drenando uma área de aproximadamente 641.000 km², o rio São Francisco nasce no estado de Minas Gerais, na Serra da Canastra, desemboca no Oceano Atlântico, entre Sergipe e Alagoas. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas. As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e sub-médio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total.
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.
À medida em que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca.
sábado, 4 de abril de 2009
Introdução a Ciencia Geografica
Nos sucessivos momentos históricos, estudos, debates e reflexões produziram um conjunto de definições sobre o objeto da Geografia. O que é Geografia?
A questão é bastante complexa e atravessa séculos de discussões. É claro que seria importante uma definição sobre a temática. Mas será que ela seria consensual para todos os que fazem Geografia? Será que estabelecer uma definição não poderia correr o risco de tornar estático o objeto da Geografia? Não poderia fechar a reflexão e o avanço do conhecimento geográfico, já que as ciências são dinâmicas e constantemente se estão renovando com pesquisa e novos conhecimentos?
Os que trabalham com esse campo de conhecimento sabem da dificuldade de “fazer Geografia” e “ensinar Geografia”, tendo em vista o fato de essa ciência trabalhar com fenômenos naturais e humanos.
Na contemporaneidade, há diversas mudanças no mundo, surgindo a cada dia assuntos e fenômenos de interesse da ciência geográfica. Assuntos e fenômenos que transformam o espaço geográfico. Pode-se dizer que aqueles que “fazem Geografia” têm uma missão a realizar. Não somente buscar explicar o mundo, mas, também, propor soluções para os diversos problemas, sociais e ambientais.
A Geografia, como os outros campos de conhecimentos, é uma ciência dinâmica, e suas categorias fundamentais são também dinâmicas: paisagem, lugar, região, território e espaço geográfico.
Muitos trabalhos têm sido elaborados produzindo novos saberes para a Ciência Geográfica. Nesse sentido, este livro aborda a trajetória do pensamento geográfico, enfocando a importância da ciência geográfica na compreensão da sociedade-natureza, com as categorias, escolas, correntes, métodos e objetos.
Destina-se especialmente a estudantes de Geografia e profissionais que ministram a disciplina de História do Pensamento Geográfico e correlatas
A questão é bastante complexa e atravessa séculos de discussões. É claro que seria importante uma definição sobre a temática. Mas será que ela seria consensual para todos os que fazem Geografia? Será que estabelecer uma definição não poderia correr o risco de tornar estático o objeto da Geografia? Não poderia fechar a reflexão e o avanço do conhecimento geográfico, já que as ciências são dinâmicas e constantemente se estão renovando com pesquisa e novos conhecimentos?
Os que trabalham com esse campo de conhecimento sabem da dificuldade de “fazer Geografia” e “ensinar Geografia”, tendo em vista o fato de essa ciência trabalhar com fenômenos naturais e humanos.
Na contemporaneidade, há diversas mudanças no mundo, surgindo a cada dia assuntos e fenômenos de interesse da ciência geográfica. Assuntos e fenômenos que transformam o espaço geográfico. Pode-se dizer que aqueles que “fazem Geografia” têm uma missão a realizar. Não somente buscar explicar o mundo, mas, também, propor soluções para os diversos problemas, sociais e ambientais.
A Geografia, como os outros campos de conhecimentos, é uma ciência dinâmica, e suas categorias fundamentais são também dinâmicas: paisagem, lugar, região, território e espaço geográfico.
Muitos trabalhos têm sido elaborados produzindo novos saberes para a Ciência Geográfica. Nesse sentido, este livro aborda a trajetória do pensamento geográfico, enfocando a importância da ciência geográfica na compreensão da sociedade-natureza, com as categorias, escolas, correntes, métodos e objetos.
Destina-se especialmente a estudantes de Geografia e profissionais que ministram a disciplina de História do Pensamento Geográfico e correlatas
A sensação do momentoOo
Por que é tão dificil um homem dizer " EU TE AMO"??
Para a mulher, fazer uma declaração de amor não é problema.Sua estrutura cerebral seu mundo de sentimentos, emoções, comunicação e palavras.A mulher sabe que se ela sente protegida, então deve ser amor.O homem não sabe bem o que é o amor e o confunde com atração e paixão. Se ele não consegue tirar as mãos dela... então deve ser amor.Seu cerebro fica cego pela testerona, tem ereção a toda hora e não consegue pensar deireito.Ás vezes, o relacionamento já dura anos quando ele se dá conta, retrospectivamente, de que realmente amava a mulher. A mulher sabe quando é amor de verdade. Por isso, ao perceber que não vale a pena continuar, toma a iniciativa de dar um fim ao relacionamento.
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"A geografia se resume na capacidade de se entender um pouco do tudo, até mesmo do que as outras ciências não entendem."

